O Governo Municipal de São Miguel do Iguaçu, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou o balanço de atendimentos referente ao mês de abril, destacando o alto volume de consultas realizadas na rede pública e reforçando o compromisso da administração com o acesso da população aos serviços essenciais de saúde.
De acordo com os dados apresentados, foram realizadas 13.265 consultas nas mais diversas especialidades, número que evidencia a capacidade de atendimento das equipes e o esforço contínuo para garantir assistência em todas as unidades do município. No entanto, o levantamento também revelou um dado preocupante: 1.382 faltas em consultas agendadas, o que acende um alerta sobre o impacto dessas ausências no funcionamento da rede.
Apesar do resultado positivo em quantidade de atendimentos, as faltas sem aviso prévio representam prejuízo direto à organização das agendas e ao tempo de espera de pacientes que aguardam atendimento. Quando uma consulta é perdida, aquela vaga deixa de ser utilizada, impedindo que outra pessoa, muitas vezes em situação de necessidade, possa ser atendida naquele horário.
A secretária municipal de Saúde, Fernanda Moreira Prestes, destacou que os números registrados em abril são fruto do empenho das equipes e do planejamento dos serviços, mas reforçou a importância da conscientização da população.
“Estamos conseguindo atender um grande número de pessoas, mas as faltas ainda são um problema significativo. Pedimos que, caso não possam comparecer, os pacientes avisem com antecedência, para que possamos direcionar essa vaga a quem precisa”, afirmou.
A Secretaria Municipal de Saúde orienta que o cancelamento ou reagendamento seja realizado diretamente na unidade de saúde onde o atendimento foi marcado. A medida contribui para melhor aproveitamento das agendas e evita que horários fiquem ociosos, garantindo mais agilidade e eficiência ao sistema.
Fernanda também alertou que o não comparecimento gera prejuízo ao próprio paciente, que acaba sendo reposicionado na fila.
“Quando um paciente falta, ele acaba sendo reposicionado no fim da lista de espera, além de tirar a oportunidade de outra pessoa ser atendida”, explicou.
Entre os destaques do relatório, a Estratégia de Saúde da Família concentrou o maior volume de atendimentos ao longo do mês, reforçando a relevância da atenção básica como porta de entrada do sistema público e principal ponto de acompanhamento contínuo da população.
Por outro lado, algumas especialidades apresentaram índices elevados de faltas, exigindo atenção especial. A Psicologia registrou o maior percentual de ausências, com aproximadamente 26,6%, seguida pela Fonoaudiologia, com cerca de 24,4%, e pela Fisioterapia, com 18,0%. Os números mostram como as faltas impactam diretamente na organização das agendas e no atendimento de outros pacientes que aguardam por vagas.
A Secretaria de Saúde reforça que o compromisso com a melhoria do atendimento continua sendo prioridade, mas ressalta que a colaboração da população é fundamental para garantir que o sistema funcione com eficiência e alcance o maior número possível de pessoas.
Vale destacar que os dados apresentados no balanço se referem aos atendimentos realizados nas unidades da rede municipal de saúde, incluindo as UBSs (Unidades Básicas de Saúde), a Clínica de Especialidades e também consultas viabilizadas em outros municípios por meio do Consórcio CISI, ampliando o acesso da população a diferentes especialidades. O levantamento não contempla os números do Hospital e Maternidade Municipal de São Miguel do Iguaçu (HMMSMA) e do GSUS.
Redação Guia São Miguel com informações da Assessoria
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