Família de vítimas de acidente na PR-497 pede respeito e empatia nas redes sociais
30/01/2026 São Miguel do Iguaçu
Nota assinada por Leila Moura agradece manifestações de apoio e repudia comentários maldosos sobre a morte de Eloide Cassiano de Moura e Neuli Alves Caetano de Moura

Um grave acidente de trânsito registrado na PR-497, no dia 28 de janeiro, resultou na morte do casal Eloide Cassiano de Moura e Neuli Alves Caetano de Moura, fato que causou grande comoção na comunidade.

Desde a divulgação da ocorrência, inúmeras mensagens de solidariedade foram publicadas nas redes sociais e em espaços de comentários de notícias, demonstrando o carinho e o apoio de pessoas conhecidas e também de quem não convivia diretamente com a família.

Diante da repercussão do caso, familiares decidiram se manifestar publicamente por meio de uma nota enviada ao Guia São Miguel. No comunicado, além de agradecer pelas palavras de conforto, a família faz um apelo para que cessem comentários ofensivos e a divulgação de vídeos e especulações que distorcem os fatos do acidente.

A nota destaca que Eloide e Neuli eram pessoas trabalhadoras, que saíram de casa cedo para cumprir a rotina de trabalho na Vila Ipiranga e retornariam ao final da tarde, o que infelizmente não aconteceu. A família reforça que o ocorrido foi uma fatalidade e pede respeito à memória do casal e à dor dos familiares.

Mais detalhes sobre o acidente podem ser conferidos na matéria já publicada pelo Guia São Miguel. Ao final desta reportagem, o jornal reproduz na íntegra a nota enviada pela família, como forma de garantir transparência e dar voz aos familiares neste momento de luto.

Nota na íntegra

Venho através do Guia encarecidamente agradecer a cada comentário de conforto a cada carinho de pessoas que eu nunca vi mas que estão aqui dando seus sinceros sentimentos à família mas também venho pedir encarecidamente para que parem com os comentários maldosos, espalhando muitos vídeos maldosos.

Meu pai é um senhor de idade muito trabalhador minha mãezinha também muito trabalhadora ele saíram de casa cedinho para ir trabalhar na vila Ipiranga e ao final da tarde eles retornaria para casa mas isso não aconteceu.

Tem vídeos falando que meu pai deveria ter plantado essa árvore ali há 30 anos atrás e voltou abraçar a árvore, e que ele matou minha mãe não gente foi uma fatalidade que aconteceu foi uma fatalidade.

Assinado Leila Moura

Redação Guia São Miguel

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